domingo, 22 de fevereiro de 2009
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Sentir
Moral da história: passamos a vida a queixarmo-nos desta e da outra dor, mas a dor existe por alguma razão. A dor é um sinal que algo está errado e necessita de ser corrigido. A dor é como um sinal que nos indica o caminho a tomar.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Os efeitos da crise
Pessoalmente, na busca de uma oportunidade de emprego mais promissora apercebo-me do quão má está a situação. As ofertas para recém-licenciados com experiência são um hábito, leia-se nas entrelinhas "pagamos pouco mas queremos pessoal qualificado com experiência".
Entretanto, uma minoria de entre aqueles que trabalham para o Estado vê-se defrontada com a falta de reconhecimento pelo esforço investido durante anos para a prometida entrada nos quadros. Outros mantidos como bolseiros durante anos, para suprir funções permanentes, saliente-se que não é de todo suposto, resignam-se a executar todas e quaisquer tarefas para manter o seu emprego precário ... peço desculpa pelo engano, ser bolseiro nem sequer é considerado trabalho legalmente...
Nestas circunstâncias não é fácil manter a motivação e lidar com as negatividades que atravessam o caminho todos os dias. Resta pensar que pior é dificil e portanto as coisas só podem melhorar. Por outro lado, tendo a capacidade de ultrapassar esta fase então é possível atravessar qualquer outra fase.
Lei da Gravidade
Se conseguires manter a frieza quando todos à tua volta estão a perder a cabeça, provavelmente é porque não estás a perceber a gravidade da situação.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
domingo, 1 de fevereiro de 2009
sábado, 31 de janeiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Bailarina em exposição
A técnica utilizada consiste na colagem de um recorte, neste caso a bailarina, em papel reciclado bem amachucado e posterior pintura, conferindo assim textura.
Proponho uma visita à montra da loja da Papelaria Fernandes do Cascaishopping onde esta e outras pinturas muito boas se encontram em exposição.
domingo, 25 de janeiro de 2009
Gotículas
Passa a tempestade. Fica o frio e o verde das plantas transparecendo frescura. O ar inspirado parece mais leve e mais límpido.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
sábado, 17 de janeiro de 2009
A nova Tróia
A maior parte dos edifícios, tanto de habitação como de serviços, encontram-se ainda em construção mas de facto este investimento promete...







http://www.troiaresort.net/gca/index.php?id=211
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
domingo, 4 de janeiro de 2009
Agarra a minha mão
Então esticava a mão
Tentando alcançar-te... em vão.
Outra mão se oferecia
Mas era só a tua que eu desejava
A tua mão confiante
Que sempre chegava atrasada
E eu tão feliz a agarrava.
De tantas outras vezes esperar
Como uma folha seca de outono,
Ela enrolou
E não se abriu mais para ti.
sábado, 3 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Folhas de Outono
Em breve, apresentei telas bem diferentes. Esperem para ver...
Ao acordar
e ambos estávamos diferentes.
Eu já não era eu,
E tu já não eras tu.
O que nos unira desaparecera,
Não fazia mais sentido,
E cada um seguiu o seu caminho.
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Não sei para onde vou. Sei que não vou por aí!
Cântico Negro
"Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: "vem por aqui!"
Eu olho-os com olhos lassos,
(Há, nos olhos meus, ironias e cansaços)
E cruzo os braços,
E nunca vou por ali...
A minha glória é esta:
Criar desumanidade!
Não acompanhar ninguém.
- Que eu vivo com o mesmo sem-vontade
Com que rasguei o ventre à minha mãe
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos...
Se ao que busco saber nenhum de vós responde
Por que me repetis: "vem por aqui!"?
Prefiro escorregar nos becos lamacentos,
Redemoinhar aos ventos,
Como farrapos, arrastar os pés sangrentos,
A ir por aí...
Se vim ao mundo, foi
Só para desflorar florestas virgens,
E desenhar meus próprios pés na areia inexplorada!
O mais que faço não vale nada.
Como, pois sereis vós
Que me dareis impulsos, ferramentas e coragem
Para eu derrubar os meus obstáculos?...
Corre, nas vossas veias, sangue velho dos avós,
E vós amais o que é fácil!
Eu amo o Longe e a Miragem,
Amo os abismos, as torrentes, os desertos...
Ide! Tendes estradas,
Tendes jardins, tendes canteiros,
Tendes pátria, tendes tectos,
E tendes regras, e tratados, e filósofos, e sábios...
Eu tenho a minha Loucura !
Levanto-a, como um facho, a arder na noite escura,
E sinto espuma, e sangue, e cânticos nos lábios...
Deus e o Diabo é que guiam, mais ninguém.
Todos tiveram pai, todos tiveram mãe;
Mas eu, que nunca principio nem acabo,
Nasci do amor que há entre Deus e o Diabo.
Ah, que ninguém me dê piedosas intenções!
Ninguém me peça definições!
Ninguém me diga: "vem por aqui"!
A minha vida é um vendaval que se soltou.
É uma onda que se alevantou.
É um átomo a mais que se animou...
Não sei por onde vou,
Não sei para onde vou
- Sei que não vou por aí!
José Régio
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Vim a perceber
Um das coisas que aprendi recentemente, por experiência própria, que é bem mais válida do que aquilo que conhecemos pelo que ouvimos e vemos acontecer com os outros, é que numa vida a dois para além de ser necessário uma amizade muito grande, que é a base da relação, é necessário haver um respeito muito grande pelos sentimentos da outra pessoa, dos seus ideais e dos seus interesses, nomeadamente o trabalho.
Contava-me a professora de pintura que tinha oferecido um quadro da sua autoria ao marido cujo trabalho nada tinha que ver com arte. Um dia o quadro, que estava pendurado, caiu no chão e aí permaneceu durante dias e dias...
Tempos mais tarde, de regresso a casa depois de uma excursão com outros artistas, as emoções vieram ao de cima e percebeu que a arte era algo de que não podia abdicar.
Foi assim que reconheceu que aquela não era a pessoa certa para si apesar de gostar muito dela.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Ironia do destino
"Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.
A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós própios.
Suave é viver só
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses."
Ricardo Reis
Fernando Pessoa
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Rita Redshoes (15.12.08)
Conseguem ver a Rita Redshoes nesta fotografia? Pois bem, nem na foto nem ao vivo, no Casino de Lisboa, tal era a maré de fãs que se apressou a ocupar as redondezas do palco.Apesar da acústica não favorecer, gostei deste concerto que soube a pouco. Rita Redshoes cantou e encantou! As suas músicas entram no ouvido com uma facilidade... oiçam aqui.
Tenho realmente pena de não ter levado os binóculos mas fica para a próxima... Ainda assim consegui perceber que esta artista tem uma presença em palco notável e um estilo muito próprio. Certamente terá sucesso lá fora, dando bom nome à música portuguesa.
Força Rita dos sapatos vermelhos (eram mesmo)!
Noite de Jazz

Dentro do repertório neste concerto pode ouvir-se músicas do albúm Story Teller (2008), músicas brasileiras, como Falsa Baiana, e até saindo um pouco da onda do jazz, Dave Mathews Band. Tive pena de não ouvir ao vivo a conhecida Too Close for Comfort do álbum Tender Trap (2005).

Marta Hugon tem uma voz suave e muito agradável no entanto, ou estou a ficar muito crítica (alguns diriam esquisita) ou faltou aquele momento alto da noite, em que a voz da artista acompanhada pelos fantásticos músicos mostra o que vale, vibrando tudo em redor.
Contudo, recomendo vivamente a música desta artista para música ambiente.
Outras opiniões
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Filipe Gonçalves no OndaJazz



OndaJazz
Bar e restaurante que promove a música ao vivo. O espaço é amplo e muito acolhedor. Não deixem de lá ir, não se vão arrepender! E já agora provem a "fusão" ;)
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Velhice
Quando se trata dos nossos familiares e queridos é absolutamente esmagador o sofrimento da velhice e das doenças que lhe estão associadas... desde lidar com a falta de capacidade progressiva, a perda de independência, e a consequente frustração derivada do desejo de as coisas voltarem a ser o que foram um dia ...
... principalmente pensando saudosamente naqueles em quem já vimos uma força considerada por nós inabalável.
E pensar que um dia vamos ser nós naquela situação... talvez seja um mal menor no nosso mundo interior.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Fungar
Não sei porque é que as constipações incomodam tanto as pessoas!

